quinta-feira, 28 de junho de 2018

Os agrotóxicos e a Copa do Mundo

Enquanto a mídia se dedica a nos distrair com a Copa do Mundo...
"A Comissão Especial da Câmara que analisa o Projeto de Lei dos Agrotóxicos aprovou, nessa segunda-feira (25/6), por 18 votos a 9, o relatório do deputado Luiz Nishimori (PR-PR), defendido pela bancada ruralista, que facilita o registro desses produtos no País. O texto agora segue para o plenário da Câmara, mas a expectativa dos parlamentares é que a votação fique para depois das eleições.
O PL troca a palavra "agrotóxico" por "pesticida". Concentra poderes no Ministério da Agricultura para a aprovação de novos produtos e prevê a adoção de uma tabela de grau de risco para novas substâncias no Brasil, permitindo que produtos hoje vetados pela lei - por conterem substâncias cancerígenas, teratogênicas (que causam malformações) e mutagênicas (que provocam mutações genéticas) - passem a ser analisados conforme um grau de tolerância".
em https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2018/06/26/interna-brasil,690951/relatorio-da-lei-dos-agrotoxicos-e-aprovado-plenario-votara-apos-elei.shtml

Mas, parece que não é novidade!

anos 1980
 
E os agrotóxicos...
 
 1981
 
 1981
 
 1988



 
 
 



sábado, 16 de junho de 2018

terça-feira, 12 de junho de 2018

Dia dos Namorados






De carona, posto dois trabalhos do cartunista Sampaio, irmão mais velho do SamPaulo, que abandonou o pincel nos anos 70.



sábado, 2 de junho de 2018

Será que as vontades mudam mesmo ?

Dizia Camões: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...* mas a realidade brasileira está nos mostrando que nem sempre é assim...

 
1961/ emenda parlamentarista

1985
 
 1989
 
 
1990

  1992
 
1998
 
  
sem data, mas ainda muito atuais!

 
 
*Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"
 
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
 
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.
 
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
 
E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.